O edital saiu com 750 vagas e a mesma banca da PM de Pernambuco. Cruzei 2.470 questões reais do Instituto AOCP com os 14 itens do programa — e encontrei o dado que muda a ordem de estudo: em prova de policial, essa banca troca porcentagem por lógica formal.
até a prova objetiva da PC-BA · 06/12/2026
Resposta curta: na PC-BA cai Raciocínio Lógico, nos conhecimentos gerais, e vale para os três cargos — Investigador, Escrivão e Delegado. São 14 itens, e eles incluem tanto lógica formal quanto matemática de verdade: razões, proporções, regra de três, porcentagem, equações e inequações. Matemática Financeira não cai em lugar nenhum. O item que mais pesa é o 3, com 20,5% de tudo que a banca cobra dentro deste edital. Mas quando se olham só as provas de polícia da AOCP, quem assume o primeiro lugar é diagramas lógicos e quantificadores, que sobe de 4,2% para 9,3%.
A primeira pergunta de todo mundo quando sai edital é "quem é a banca?". Aqui a resposta é boa: Instituto AOCP — a mesma que aplicou a PM de Pernambuco, o Corpo de Bombeiros de Pernambuco, a PM do Espírito Santo e a Polícia Civil do Pará.
Isso importa por um motivo prático: existe acervo. São 14 anos de provas dessa banca disponíveis para treino, com um repertório de exatas estável — sem salto de dificuldade entre uma edição e outra. Quem estudou para a PM-PE já treinou no formato que vai encontrar em dezembro, e nem sabe.
Raciocínio Lógico está nos conhecimentos gerais, o bloco de 40 questões da prova objetiva, e vale igualmente para Investigador, Escrivão e Delegado. São 14 itens no Anexo I do Edital nº 01/2026, e eles misturam duas coisas que costumam ser ensinadas separadas: lógica formal (proposições, tabelas-verdade, quantificadores) e matemática de verdade (razões, proporções, regra de três, porcentagem, equações).
E tem uma segunda frente que quase ninguém viu. Investigador e Escrivão têm Estatística nos conhecimentos específicos — probabilidade, amostragem e Teorema de Bayes. São duas matérias de exatas no mesmo edital, para esses dois cargos.
Probabilidade, aliás, aparece duas vezes: no item 12 de Raciocínio Lógico e no item 2 da Estatística. Estudar uma vez rende nas duas provas.
Inscrições pelo site do Instituto AOCP. Onde Raciocínio Lógico entra: nos conhecimentos gerais, o bloco de 40 questões — o mesmo para os três cargos.
| Bloco | Conteúdo | Questões | Pontos |
|---|---|---|---|
| Conhecimentos gerais | Língua Portuguesa, Raciocínio Lógico, Atualidades, Informática e demais | 40 | 40 |
| Conhecimentos específicos | Direito e, para Investigador e Escrivão, Estatística | 60 | 60 |
| Total | 100 | 100 | |
Cinco alternativas por questão, uma única correta. Cada questão vale 1,0 ponto — não há peso diferente entre matérias.
A discursiva nem chega a ser lida se a objetiva não passar. Toda a preparação de Raciocínio Lógico é preparação para o único portão que elimina primeiro. Os índices do TAF não constam do edital de abertura e serão divulgados em edital próprio.
O programa de Raciocínio Lógico tem 14 itens. Lidos assim, um embaixo do outro, todos parecem ter o mesmo tamanho. Não têm. Cruzando os 14 itens com 2.470 questões que o Instituto AOCP realmente aplicou, entre 2013 e 2026, a diferença aparece.
2.225 dessas questões — 90,1% — caem dentro do programa da PC-BA. É uma aderência alta, e ela existe porque a AOCP tem um repertório de exatas estável, que repete de concurso para concurso. O acervo antigo dela vale mais do que valeria em outra banca.
Dentro desse recorte, quatro itens do edital somam 55,2% de tudo que pode cair, e nove chegam a 84%. Estudar na ordem da incidência, e não na ordem do edital, é a diferença entre cobrir metade do programa em dois meses ou em cinco.
Base: 2.225 questões dentro do escopo do edital da PC-BA, de 2.470 analisadas. Os percentuais são sobre o que efetivamente pode cair.
Este é o ranking do acervo geral da banca. Para a ordem que realmente importa na sua prova, veja a seção 01 — o recorte de provas policiais reordena os cinco primeiros.
Todo mundo que estuda para concurso da AOCP ouve a mesma coisa: "a banca cobra muita porcentagem". É verdade — no acervo inteiro dela, que inclui prefeitura, saneamento, universidade e concurso de professor. Só que a sua prova não é essa.
Separei do acervo só as questões aplicadas em concursos de polícia, bombeiro, sistema penal e guarda: 290 questões, vindas de PM-ES, CBM-PA, CBM-PE, PC-PA, PC-ES, PP-DF, SEAP-PR, PM-CE, entre outros. Inclusive de Investigador e Escrivão da Polícia Civil do Pará, que é o cargo mais próximo do seu. E o desenho vira de cabeça para baixo:
| Assunto | Acervo geral | Só prova policial | Diferença |
|---|---|---|---|
| Diagramas lógicos e quantificadores | 4,2% (6º) | 9,3% (1º) | +5,1 p.p. |
| Análise combinatória | 3,0% (9º) | 7,2% (2º) | +4,2 p.p. |
| Geometria espacial | 1,5% (17º) | 4,8% (4º) | +3,3 p.p. |
| Argumentos por tabela-verdade | 2,3% (12º) | 4,5% (5º) | +2,2 p.p. |
| Probabilidade com combinatória | 0,7% (33º) | 2,8% (13º) | +2,1 p.p. |
| Porcentagem | 9,6% (1º) | 3,8% (6º) | −5,9 p.p. |
| Frações e dízimas periódicas | 6,6% (2º) | 2,4% (16º) | −4,2 p.p. |
Traduzindo: um curso genérico de "matemática para concursos" vai gastar as dez primeiras aulas em porcentagem e frações — exatamente os dois assuntos que mais perdem peso quando a prova é de farda. E vai deixar quantificador e combinatória para o fim, que é onde a AOCP decide a prova policial.
Não é que porcentagem não caia. Cai, e continua entre os cinco primeiros. É que a ordem está errada.
Honestidade sobre a amostra: o recorte policial tem 290 questões, base menor que a geral, então os percentuais oscilam mais. A direção do movimento é confiável — a distância entre o primeiro e o sexto colocado é grande demais para ser acaso. O valor exato de cada ponto percentual, menos. Use para decidir por onde começar, não como promessa de quantas questões vão cair.
Mesma base de 2.225 questões, agora agrupadas pelo item literal do Anexo I. É esta a ordem em que vale a pena estudar.
| Item | Conteúdo no edital | Questões | Peso |
|---|---|---|---|
| 3 | Razões e proporções, divisão proporcional, regra de três, porcentagem, equações e inequações de 1º e 2º graus | 457 | 20,5% |
| 1 | Conjuntos numéricos: inteiros, racionais e reais | 361 | 16,2% |
| 10 | Lógica sentencial: proposições, tabelas-verdade, equivalências, Leis de Morgan, diagramas | 210 | 9,4% |
| 7 | Progressões aritméticas e geométricas | 203 | 9,1% |
| 13 | Operações com conjuntos | 164 | 7,4% |
| 8 | Compreensão de estruturas lógicas | 157 | 7,1% |
| 14 | Problemas aritméticos, geométricos e matriciais | 119 | 5,3% |
| 11 | Lógica de primeira ordem (quantificadores) | 103 | 4,6% |
| 12 | Princípios de contagem e probabilidade | 102 | 4,6% |
| 6 | Princípios de contagem | 91 | 4,1% |
| 5 | Funções e gráficos | 87 | 3,9% |
| 9 | Lógica de argumentação: analogias, inferências, deduções | 72 | 3,2% |
| 2 | Sistema legal de medidas | 55 | 2,5% |
| 4 | Sistemas lineares | 44 | 2,0% |
Os quatro primeiros itens somam 55,2%. Os nove primeiros passam de 84%. Nenhum item do edital pode ser ignorado — mas a ordem acima é a que devolve mais ponto por hora estudada.
Duas leituras que envolvem interpretação, e estão sendo ditas em voz alta. Matrizes e determinantes entram no item 4, junto com sistemas lineares, porque é assim que a banca cobra — o item 14 também os alcança, ao falar em "problemas matriciais". E sequências de números e figuras entram no item 7, junto com as progressões, porque é a forma prática como a AOCP cobra padrão numérico em prova de nível superior.
A AOCP tem fama de banca linear: enunciado direto, sem pegadinha de redação, sem "assinale a alternativa incorreta" escondido no fim do parágrafo. Isso é ótimo para quem treina e péssimo para quem decora fórmula — porque não sobra atalho de eliminação por absurdo. A questão quer o que diz querer, e você precisa saber resolver.
| Marcação | Pontuação | Efeito prático |
|---|---|---|
| Acerto | +1,00 | soma |
| Erro | 0,00 | não tira nada |
| Em branco | 0,00 | exatamente igual a errar |
Não existe ponto negativo. A consequência é direta e quase ninguém aplica: não há um único motivo técnico para deixar questão em branco. Com cinco alternativas, o chute puro já vale 20% de chance. Eliminando duas alternativas, sobe para 33%. Item sem marcação é ponto jogado fora.
A nota mínima é 70 pontos de 100, e não há compensação por bloco: a nota é uma só, sobre as 100 questões. Quem fica abaixo está eliminado.
Isso significa que você só pode errar 30 questões na prova inteira. Chegar em Raciocínio Lógico com o raciocínio de "eu deixo essas em branco e compenso no Direito" é matematicamente perigoso: cada questão de RLM abandonada consome uma das 30 folgas que você tem para tudo.
E tem o efeito de tempo. Banca linear, sem ponto negativo e com corte alto não reprova quem erra o difícil — reprova quem é lento. Velocidade em lógica formal e em contagem vale tanto quanto acerto, porque é ela que libera minuto para as 60 questões de conhecimentos específicos.
Das 2.470 questões analisadas, 225 (9,1%) não têm nenhuma correspondência no edital da PC-BA. Elas existem no acervo da banca porque a AOCP também organiza concurso de tribunal, de banco e de professor. Para esta prova, são tempo perdido.
| O que não cai | Questões no acervo | De onde veio |
|---|---|---|
| Matemática Financeira inteira — juros simples e compostos, descontos, amortização SAC e Price, VPL, TIR, payback | 188 | Concursos de tribunal, banco e prefeitura |
| Cálculo diferencial e integral, álgebra linear avançada, equações diferenciais, métodos numéricos | 21 | Provas de professor de Matemática do IF |
| Trigonometria e ciclo trigonométrico | 10 | Vestibular e concurso militar de nível médio |
| Números complexos e pesquisa operacional | 7 | Analista e docência |
A regra prática: se apareceu a palavra "juros" no exercício, ele não é da PC-BA. Nenhum dos 14 itens de Raciocínio Lógico menciona matemática financeira, e a Estatística dos cargos de Investigador e Escrivão também não.
São 188 questões, quase um mês de estudo, que muita gente vai fazer sem precisar — porque o curso genérico traz esse módulo por padrão.
A ordem abaixo segue o peso real na sua prova: as pegadinhas de quantificador e de equivalência vêm primeiro, porque são exatamente os dois assuntos que mais sobem quando a AOCP monta prova de policial.
Direto do item 11 do edital, e o assunto nº 1 do recorte policial desta banca. Negar um quantificador universal produz um existencial — e é aqui que o candidato apressado perde a questão.
É o erro nº 1 em prova de lógica em qualquer banca. Negar uma condicional mantém a primeira parte e nega a segunda — não vira condicional nenhuma.
Inverter os termos não preserva o sentido: é preciso inverter e negar os dois. A banca monta a alternativa trocando um pelo outro, e ela parece certa.
Ao negar "e" ou "ou", não basta negar as partes — o conectivo vira o oposto. Metade dos erros de negação está em esquecer isso.
Análise combinatória é o assunto que mais sobe em prova policial da AOCP. E quase todo erro nasce da mesma pergunta não feita: trocar dois elementos de lugar cria um caso novo ou é o mesmo caso?
A linha da tabela-verdade que mais parece errada e está certa. Se a primeira parte é falsa, a condicional inteira é verdadeira, não importa o resto.
Em "P → Q", P é suficiente para Q e Q é necessária para P. Trocar a ordem inverte a questão inteira, e o enunciado costuma vir em português corrido, sem símbolo nenhum.
Validade é sobre a forma, não sobre o conteúdo. Um argumento pode ter premissas absurdas e continuar válido — a banca usa exemplos propositalmente falsos justamente para testar isso.
Subir 20% e depois descer 20% não devolve o valor original. É o erro mais caro do item 3 do edital, que é justamente o maior item do programa.
Erro e branco valem a mesma coisa aqui: zero. Com 5 alternativas, o chute puro já é 20% de chance; eliminando duas, 33%. Treine terminando a prova com o cartão inteiro preenchido, sempre.
A AOCP escreve a alternativa com quase tudo correto e uma inversão no meio — ela soa plausível por isso. Com duas ou três proposições, a tabela sai em menos de um minuto e decide sem opinião.
Muita lista de RLM que circula é de banca de certo/errado, e o raciocínio é outro. Aqui são 5 alternativas com uma correta — o treino é de resolução completa, não de julgamento de item.
Faltam mais de quatro meses para a prova. Isso não é reta final — é tempo de construir a matéria do zero, e o plano abaixo assume isso. A ordem não é a do edital: é a da incidência medida acima, com a base numérica primeiro porque todo o resto se apoia nela.
| Bloco | Quando | Foco | Peso |
|---|---|---|---|
| 1 · A base | agosto | Conjuntos numéricos, frações, decimais, divisibilidade, potenciação (item 1) e sistema de medidas (item 2) | 18,7% |
| 2 · O maior item | setembro | Razões, proporções, regra de três, porcentagem, equações e inequações (item 3) | 20,5% |
| 3 · A lógica formal | outubro | Lógica sentencial, quantificadores, argumentação e estruturas lógicas (itens 8, 9, 10 e 11) — é onde a prova policial se decide | 24,3% |
| 4 · Contagem e conjuntos | 1ª quinzena de novembro | Princípios de contagem, probabilidade e operações com conjuntos (itens 6, 12 e 13) | 16,1% |
| 5 · O que fecha | 2ª quinzena de novembro | Progressões e sequências, sistemas lineares, funções e problemas geométricos e matriciais (itens 4, 5, 7 e 14) | 20,3% |
| 6 · Prova | últimos 10 dias | Zero conteúdo novo. Simulado cronometrado em múltipla escolha e revisão dirigida aos próprios erros | — |
Três regras que valem mais que o cronograma: treine em múltipla escolha de 5 alternativas, no formato real; termine todo simulado com o cartão inteiro preenchido, porque não há ponto negativo; e cronometre desde o começo — banca linear reprova por lentidão, não por dificuldade.
Para quem vai de Investigador ou Escrivão: probabilidade aparece duas vezes no mesmo edital — no item 12 de Raciocínio Lógico e no item 2 da Estatística dos conhecimentos específicos. Estudar uma vez rende nas duas provas, e o bloco 4 acima já cobre os dois.
Já estatística descritiva (média, mediana, moda, dispersão, assimetria e curtose) e técnicas de amostragem são conteúdo exclusivo dos específicos e não têm histórico no acervo desta banca. Precisam de tempo próprio, e o planejamento deles sai do edital, não da incidência.
Estes são alunos de Matemática e RLM aprovados em concursos policiais. Nenhum deles prestou a PC-BA — o edital saiu esta semana. O que se repete de prova para prova não é o edital, é o método de estudar por incidência.




Cai, e para os três cargos. Raciocínio Lógico está nos conhecimentos gerais, o bloco de 40 questões da prova objetiva, e vale igualmente para Investigador, Escrivão e Delegado. São 14 itens no Anexo I do Edital nº 01/2026.
Cai, mas dentro do rótulo de Raciocínio Lógico. O item 3 do edital pede razões e proporções, divisão proporcional, regra de três simples e composta, porcentagens e equações e inequações de 1º e 2º graus. É o maior item isolado do programa: 20,5% de tudo que a banca cobra dentro deste edital.
Não. Nenhum dos 14 itens de Raciocínio Lógico menciona juros, desconto, amortização ou análise de investimento — e a Estatística dos cargos de Investigador e Escrivão também não. No acervo analisado, 188 questões da banca são de Matemática Financeira, 7,6% do total. Nenhuma delas serve para esta prova. Se apareceu "juros" no exercício, ele não é da PC-BA.
Depende de qual prova da AOCP você olha, e essa é a descoberta mais importante deste raio-x. No acervo geral da banca, o assunto nº 1 é Porcentagem, com 9,6%. Mas quando se separam só as provas de polícia, bombeiro, penal e guarda, Porcentagem cai para 3,8% e quem assume o primeiro lugar é Diagramas Lógicos e Quantificadores, que sobe de 4,2% para 9,3%.
Porque o acervo geral da AOCP está cheio de concursos de prefeitura e de nível fundamental, onde aritmética domina. Concurso policial troca aritmética por lógica formal e contagem. Análise Combinatória, por exemplo, salta de 3,0% no geral para 7,2% no recorte policial — da 9ª posição para a 2ª.
Serve pela metade, e a metade errada primeiro. Curso genérico costuma abrir com dez aulas de porcentagem, frações e regra de três, que é justamente o que mais perde peso em prova de polícia. E costuma trazer um módulo inteiro de matemática financeira, que não cai aqui. O ajuste é de ordem, não de conteúdo: comece pela lógica formal e pela contagem.
São 100 questões de múltipla escolha, com 5 alternativas e uma única correta: 40 de conhecimentos gerais e 60 de conhecimentos específicos, todas valendo 1,0 ponto. A nota mínima é 70 pontos. Quem fica abaixo disso está eliminado, sem discussão de média por bloco.
Não. Questão errada e questão em branco valem exatamente a mesma coisa: zero. A consequência prática é direta — não existe motivo técnico para deixar item sem marcação. Chutar sempre tem valor esperado positivo aqui, ao contrário do que acontece em banca de certo/errado.
Conjuntos numéricos (inteiros, racionais e reais); sistema legal de medidas; razões e proporções, divisão proporcional, regra de três simples e composta, porcentagens, equações e inequações de 1º e 2º graus; sistemas lineares; funções e gráficos; princípios de contagem; progressões aritméticas e geométricas; compreensão de estruturas lógicas; lógica de argumentação com analogias, inferências, deduções e conclusões; lógica sentencial com proposições, tabelas-verdade, equivalências, Leis de Morgan e diagramas lógicos; lógica de primeira ordem; princípios de contagem e probabilidade; operações com conjuntos; e raciocínio lógico com problemas aritméticos, geométricos e matriciais.
É quantificador: "todo", "algum", "nenhum", e principalmente a negação deles. O edital coloca isso como item próprio, e o acervo confirma que não é enfeite — diagramas, proposições categóricas e negação de quantificadores somam 103 questões, o 6º assunto mais cobrado no geral e o 1º entre as provas policiais da banca.
Têm, nos conhecimentos específicos: estatística descritiva e análise exploratória de dados, probabilidade com definições e axiomas, probabilidade condicional e independência, técnicas de amostragem e Teorema de Bayes. Probabilidade aparece duas vezes no mesmo edital — no item 12 de Raciocínio Lógico e no item 2 de Estatística. Estudar uma vez rende nas duas provas.
Dá, e é o melhor treino disponível. A AOCP mantém um repertório de exatas estável ao longo dos anos, sem salto de dificuldade entre edições, o que torna o acervo antigo confiável. As provas mais próximas da sua são as de Investigador e Escrivão da Polícia Civil do Pará, OIP da Polícia Civil do Espírito Santo e Papiloscopista da PC-GO — mesma banca, mesmo cargo, mesmo nível.
As inscrições vão de 7 de agosto a 8 de setembro de 2026, pelo site do Instituto AOCP. A taxa é de R$ 190 para Investigador e Escrivão e R$ 220 para Delegado. A prova objetiva está marcada para 6 de dezembro de 2026.
São 750 vagas: 500 para Investigador, 150 para Escrivão e 100 para Delegado, todas de nível superior. A remuneração inicial vai de R$ 6.433,06 a R$ 16.495,67, conforme o cargo.
Monto a ordem exata de estudo em cima do que a AOCP cobra neste edital — começando pelo que mais cai em prova de polícia, não pelo começo do livro. É gratuito e leva 2 minutos para começar.
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